Cozinha industrial e refeitório ficam lado a lado, mas pedem pisos diferentes: a cozinha convive com água, gordura e lavagem, e o refeitório, com pedestres e estética. As fichas técnicas consultadas citam as duas áreas em revestimentos de uretano. O Grupo SPP separa as exigências antes de definir o sistema.

Cozinha

O que acontece O que pede
Piso molhado e gordura Textura definida pelo uso
Lavagem frequente Sistema com limpeza compatível
Água quente Limite que a ficha informe
Ralos e canaletas Ancoragem e encontros bem resolvidos

As fichas consultadas citam autonivelante, multicamadas e argamassado de uretano para cozinha. Em área molhada, o acabamento antiderrapante vem da montagem do sistema, como mostra piso antiderrapante resinado.

Refeitório

O refeitório recebe trânsito de pessoas, cadeiras e limpeza constante. Parte das fichas cita pintura de uretano para refeitórios e vestiários, em ambiente interno, e revestimento autonivelante de acabamento liso. O autonivelante liso e a área molhada pedem conferência: acabamento e uso precisam combinar.

A passagem entre as duas

Sem uma linha clara, a água da cozinha chega ao refeitório. Por isso a transição precisa de definição própria, e o sistema pode mudar nesse ponto.

Antes de escolher

  • Base. As fichas costumam pedir ao menos 1,0 MPa ao arrancamento e preparo mecânico, sem preparo químico. Veja preparo da base antes do revestimento.
  • Prazos. Lavagem convencional e produto químico têm tempos diferentes depois da aplicação. Em cozinha que precisa voltar a operar, isso define a obra.
  • Sol. Sistemas de uretano amarelam e ficam em ambiente interno.
  • Limpeza. O produto usado precisa estar na tabela da ficha, como explica como limpar piso resinado.

O que definir antes de especificar

  • Onde a água corre?
  • Que produtos a equipe de limpeza usa?
  • A cozinha pode parar? Parte das fichas cita liberação rápida.
  • Quem aprova a textura? Vale fazer placa de teste.

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