A venda de solução é uma forma de trabalhar em que a responsabilidade começa antes da execução: em vez de só aplicar o que foi pedido, a empresa verifica se aquilo resolve o problema. O Grupo SPP vende solução, não serviço, e por isso não segue uma especificação do cliente que seja incompatível com norma. Diagnostica e especifica o que o piso precisa.
Serviço e solução: o que muda para quem contrata
| Ponto | Contratar serviço | Contratar solução |
|---|---|---|
| Ponto de partida | O que foi pedido | A causa do problema |
| Quem define o que fazer | Quem contrata | Definido a partir do diagnóstico |
| Especificação incompatível com norma | Tende a ser seguida | Não é seguida |
| Alternativas | A que foi pedida | As viáveis, inclusive as que não executamos |
Quando a especificação não serve
Uma especificação pode ter sido feita para outro piso, ou para um problema que não é o seu. Duas situações pedem revisão:
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Ela é incompatível com norma. A SPP não executa. Diagnostica e especifica o que o piso precisa.
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Ela não responde à causa. A solução precisa responder à causa, não só ao sintoma.
Isso não quer dizer que toda especificação recebida esteja errada. Quer dizer que ela passa por diagnóstico antes de virar obra.
Na prática, o que se ajusta é o nível de brilho e o coeficiente de atrito, de acordo com o uso depois do tratamento. Às vezes se usa menos brilho, quando a estética não é o primordial, para reduzir o custo de implementação.
Um detalhe sobre norma
Não existe norma brasileira de campo específica para tratamento de superfície de pisos. Por isso, a pergunta certa é qual norma se aplica a qual medição. Uma especificação que cita norma de forma genérica merece a mesma conferência.
Um exemplo de especificação que depende do piso
Pedir Bronze ou Ouro para um piso com a argamassa comprometida é pedir um resultado que depende justamente do que está com problema. Essas faixas dependem da qualidade da argamassa, em todos os sentidos. Prata e Platina não dependem dela, porque a removem no desbaste. O diagnóstico mostra qual é o caso.
O que a experiência mostra
A SPP tem 15 anos em lapidação de pisos industriais, 25 anos em pisos em geral e um portfólio de mais de 1.000.000 m², com obras em todas as regiões do Brasil, de Porto Alegre a Manaus e Belém. O que essa experiência sustenta é uma ordem de trabalho: primeiro a causa, depois a solução.
As obras mostram essa ordem. No galpão de Cesário Lange, com 1.800 m², a obra incluiu a remoção de delaminação, pó e desagregação antes do Super Piso Platina. Na recuperação de juntas, o trabalho muda conforme o piso: mástique na Vale, lábio polimérico no Extra Morumbi.
O que o cliente recebe nesse modelo
| Etapa | O que você recebe |
|---|---|
| Diagnóstico gratuito | Relatório com fotos, medidas e o que encontramos |
| Soluções | Alternativas viáveis, com custo, prazo, risco e durabilidade de cada uma |
| Resultado | Orientamos sua equipe, resolvemos junto com ela ou resolvemos por você |
O diagnóstico não obriga a contratar a execução. Quando a SPP indica um produto de um fornecedor parceiro, diz que existe a parceria, e a orientação técnica é cobrada à parte, para que a recomendação seja sempre a melhor para o seu piso.
O que perguntar antes de seguir uma especificação
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Qual problema ela resolve? Se a resposta for o sintoma, falta a causa.
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Ela é compatível com norma? Peça a norma e a medição a que se refere.
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Quem a escreveu conhecia este piso? Uma especificação padrão não vê o estado da superfície.
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Há alternativas? Compare custo, prazo, risco e durabilidade.
Para ver como o diagnóstico funciona, leia diagnóstico antes da especificação. Para pedir uma avaliação, veja a página de diagnóstico.