Dá para recuperar o piso sem parar a operação, desde que a obra seja planejada para conviver com ela. O preço dessa convivência é a produtividade: não é o cenário ideal, mas é possível. O Grupo SPP já fez assim em obra com várias frentes ao mesmo tempo e em fábrica em operação.
Dois casos
| Ponto | Primeira obra | Wickbold |
|---|---|---|
| Contexto | Antigo armazém virando call center, com outras frentes de obra | Fábrica em Diadema/SP, em operação |
| Área | 3.000 m² | 4.350 m² |
| Sistema | Lapidação | Super Piso Platina sobre Granilite |
| Como foi | Em etapas, sem isolar a área | Com a produção em andamento |
Na primeira obra, na transição de 2010 para 2011, a lapidação foi escolhida por ser a única solução compatível com as outras frentes, no prazo de 60 dias para todos concluírem. O caso completo mostra como essa decisão foi tomada. A Wickbold, com participação do Grupo SPP, aparece com mais detalhe em polir piso em fábrica de alimentos.
O que muda quando a operação continua
A referência da SPP para lapidação e polimento diamantado é de, em média, 50 a 100 m² acabados por equipe, por dia. É média por equipe, não prazo de obra. Quando a área não pode ser isolada e o trabalho divide espaço com a rotina, a produtividade muda, e a conta do prazo tem de considerar isso.
O que pesa no planejamento:
- Quais áreas podem ser liberadas? A resposta define como dividir as etapas.
- Em que janelas? Turnos, fins de semana e períodos de menor movimento mudam o que cabe em cada etapa.
- O que não pode parar? Rotas de empilhadeira, docas e linhas críticas precisam entrar no desenho da obra.
- Quem mais está na área? Outras frentes e equipes dividem o espaço.
- Quem decide no dia a dia? A convivência precisa de um responsável de cada lado.
Quando faz sentido parar
Conviver com a operação não é sempre a melhor escolha. Se a área pode ser liberada, a obra ganha produtividade. A decisão compara o custo da parada com o efeito da convivência no prazo, e cada operação tem a sua conta.
O mesmo vale para o tipo de solução. A lapidação foi a resposta na primeira obra porque cabia no prazo comum das frentes. Em outra situação, o diagnóstico pode indicar reparo pontual, trabalho em toda a área ou outro sistema.
Comece pela extensão do problema
Antes de discutir janela de obra, vale saber o tamanho do trabalho. A extensão define se é reparo pontual ou trabalho na área toda, e isso muda o quanto a operação será afetada. O artigo remendo ou recuperação ajuda nessa decisão.
Também vale definir quem responde pela obra, porque a convivência com a operação exige coordenação. Os três modelos estão em como contratar a recuperação de um piso.
Para avaliar o seu caso, peça o diagnóstico gratuito. As alternativas vêm com custo, prazo, risco e durabilidade de cada uma.