Dá para polir piso em fábrica de alimentos com a produção em andamento: foi o que aconteceu na Wickbold, em Diadema/SP, com a fábrica em operação, em 4.350 m² de Super Piso Platina sobre Granilite, numa obra com participação do Grupo SPP. Antes de copiar essa solução, vale olhar cada área da fábrica pelo que ela recebe.
O caso da Wickbold
| Ponto | O que foi |
|---|---|
| Local | Diadema/SP |
| Área | 4.350 m² |
| Base | Granilite |
| Sistema | Super Piso Platina |
| Condição | Fábrica em operação |
| Avaliação | Controle interno de produção do cliente |
O último ponto importa: quem avaliou foi o controle interno de produção da própria fábrica, que conhece as exigências da sua linha. A base também conta: a obra foi sobre Granilite, não sobre concreto comum, como mostra o artigo sobre Granilite, Korodur e Marcopiso.
Áreas de transição: a fábrica não é um piso só
Uma fábrica de alimentos reúne áreas com exigências diferentes: produção, embalagem, estoque, expedição e os corredores entre elas. Tratar tudo pelo pior caso encarece a obra. Tratar tudo pelo melhor caso deixa áreas expostas.
O tipo de piso se escolhe pelo manuseio e pela agressão de cada área. Na prática, a pergunta se repete em cada trecho:
| Situação da área | O que avaliar |
|---|---|
| Seca, sem agressão química | Polimento pode responder ao uso; a faixa depende de como o piso está |
| Molhada com frequência | A granulometria final se escolhe pela segurança que o uso exige |
| Lavada com produto químico | O produto entra na conta: base ácida nunca, e alcalino passa antes pelo departamento técnico |
| Com agressão química extrema | A SPP não recomenda lapidação nem polimento; o caminho é resina uretano, epóxi ou PU |
| Passagem entre duas dessas áreas | A transição precisa de definição própria |
O Código de Higiene Alimentar do Codex, publicado pela FAO e pela OMS, trata a questão de forma ampla: o layout interno deve permitir boas práticas de higiene e proteger contra contaminação cruzada, e os pisos devem ser construídos para permitir drenagem e limpeza adequadas. Nenhum piso cumpre isso sozinho. Ele é uma parte do que a fábrica precisa demonstrar.
Pó no piso também é assunto de produção
O mesmo Codex pede sistemas que previnam contaminação do alimento por corpos estranhos, entre eles o pó. Um piso de concreto com pulverulência, o dusting, produz esse pó na própria superfície. Limpar não encerra o problema, porque a camada frágil continua ali.
O artigo sobre piso que solta pó explica a origem e os caminhos de tratamento. Numa fábrica de alimentos, a resposta vem do diagnóstico, área por área, e a decisão sobre exigências sanitárias continua com a equipe de qualidade da fábrica e com o que as regras do seu setor pedem.
O que combinar antes de começar
Obra em fábrica ativa é questão de planejamento. Vale definir:
- Quais áreas podem ser liberadas, e quando? Isso orienta como dividir o trabalho.
- Como a obra protege a produção? A separação entre a frente de trabalho e a linha precisa estar combinada com a sua equipe de qualidade.
- Quem aprova o resultado? Na Wickbold, foi o controle interno de produção do cliente.
- Como fica a conservação? O resultado se mantém quando adotados os procedimentos corretos de conservação.
Conviver com a operação muda a produtividade, e isso entra no prazo. O artigo sobre recuperar o piso sem parar a operação trata disso em mais detalhe.
Para mapear as áreas da sua fábrica, peça o diagnóstico gratuito. Outras plantas com participação da SPP estão em concreto polido em fábrica.